quinta-feira, 21 de agosto de 2014

O 116 e o recomeço

Foto: A primeira coisa que uma é criança na vida é o seu time. Se não pra todas, pra muitas. Se não a primeira, uma das primeiras. Uma manifestação de paixão e de um amor eterno. Você não sabe seu nome todo direito, não conhece todos os parentes dos seus pais, não sabe o CEP de casa e ainda come massinha na sala de aula. Mas basta alguém perguntar “qual o seu time?” pra resposta sair de pronto. Vasco da Gama, eu dizia rápido.

Futebol sempre foi coisa importante em casa. Comigo, coisa de pai pra filho. E de avô pra pai. Somos uma casa de portugueses e vascaínos. Pra mim, assim como pra muitas crianças brasileiras, imagino, as primeiras memórias mais claras da infância estão relacionadas ao futebol. Ganhar uma camisa do Vasco com “Coca-Cola” escrito na frente e perguntar se não tinha uma do Guaraná Brahma é, e imagino que sempre será, história pra contar no almoço de família.

São 116 anos de história e 29, talvez mais, do nosso amor. Porque se é vascaíno desde antes de nascer, acredito. Muito orgulho da nossa história, das nossas raízes. Porque se não fomos o primeiro clube a ter jogadores negros, somos os autores da mais incisiva ação contra o racismo no futebol há 90 anos, com a Resposta Histórica.

Hoje, com no nosso aniversário de 116 anos, espero que possamos voltar a nos orgulhar das ações do time em campo e fora dele, a reencontrar nosso protagonismo nos campeonatos e na história, de ser grande, de sermos grandes.

Mas "voltar", hoje, quer dizer seguir em frente. Não podemos ser reféns de um passado tenebroso e de ex-presidente que tenta retornar ao posto ou seguir apoiando um ídolo que se tornou um presidente fraco, que fragilizou o time e o clube.

Que o 116 seja um início. Que o voltar, seja um recomeço.

Ao Vasco nada?
Tudo!
Então como é que é que é que é?

Casaca! Casaca!
Casaca, zaca, zaca!
A turma é boa!
É mesmo da fuzarca!
VASCO! VASCO! VASCO!





A primeira coisa que uma é criança na vida é o seu time. Se não pra todas, pra muitas. Se não a primeira, uma das primeiras. Uma manifestação de paixão e de um amor eterno. Você não sabe seu nome todo direito, não conhece todos os parentes dos seus pais, não sabe o CEP de casa e ainda come massinha na sala de aula. Mas basta alguém perguntar “qual o seu time?” pra resposta sair de pronto. Vasco da Gama, eu dizia rápido.


Futebol sempre foi coisa importante em casa. Comigo, coisa de pai pra filho. E de avô pra pai. Somos uma casa de portugueses e vascaínos. Pra mim, assim como pra muitas crianças brasileiras, imagino, as primeiras memórias mais claras da infância estão relacionadas ao futebol. Ganhar uma camisa do Vasco com “Coca-Cola” escrito na frente e perguntar se não tinha uma do Guaraná Brahma é, e imagino que sempre será, história pra contar no almoço de família.

São 116 anos de história e 29, talvez mais, do nosso amor. Porque se é vascaíno desde antes de nascer, acredito. Muito orgulho da nossa história, das nossas raízes. Porque se não fomos o primeiro clube a ter jogadores negros, somos os autores da mais incisiva ação contra o racismo no futebol há 90 anos, com a Resposta Histórica.

Hoje, com nosso aniversário de 116 anos, espero que possamos voltar a nos orgulhar das ações do time em campo e fora dele, a reencontrar nosso protagonismo nos campeonatos e na história, a ser grande, sermos grandes.

Mas "voltar", hoje, quer dizer seguir em frente. Não podemos ser reféns de um passado tenebroso e de ex-presidente que tenta retornar ao posto ou seguir apoiando um ídolo que se tornou um presidente fraco, que fragilizou o time e o clube.

Que o 116 seja um início. Que o voltar, seja um recomeço.

Ao Vasco nada?
Tudo!
Então como é que é que é que é?

Casaca! Casaca!
Casaca, zaca, zaca!
A turma é boa!
É mesmo da fuzarca!
VASCO! VASCO! VASCO!

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