segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Esperando

S.H.: Quando eu fiz 16 anos, meu pai me deu um poema. Ele sempre disse que não havia nada como um poema. Nada. Que era a sensação máxima da palavra. Se uma palavra beija o seu rosto, meu filho, ele dizia, você pode beijar a boca do Infinito. Como se a palavra fosse uma condição possível.

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